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6 porquês não resulta em hegemonia o roquenrou no país

13 mai 2013 | "Não há limites ao que se pode ver!"

O Somos Tão Jovens e o que tem isso a ver com Renato Rocha
• Antes de trazer os "6 porquês não resulta em hegemonia o roquenrou no país", vou esclarecer pro leitor dos artigos do RsD — realizados para o pessoal interessado nos links contendo dicas, vídeos aulas para desenhar, e as melhores curiosidades, que essa resenha é sobre o terreno inóspito onde viveu Renato Rocha, ex-baterista da extinta banda Legião Urbana e, sobre a indiferença da maioria de nós sob o contexto da história do rock brasileiro.
por Edson Palma
... Depois de conversar com amigos, e em mensagem no facebook com o meu amigo Luzciano — que me admitiu ter ficado decepcionado com o 2º trabalho da banda estadunidense The Strokes, pensei ... "é tanta gente revisitando musicas do passado, que podemos abordar a má estabilidade do rock"in"roll brasileiro".
• De cara te deixo com o emocionante vídeo exibido pelo R7.com. Acompanhe ...

— Agora temos os SEIS porquês o rock brasileiro afrouxou:

1) Clara indiferença: Ainda nem assisti ... "Somos Tão Jovens", mas pelo que não se vê na mídia, o ex-baixista do Legião Urbana nem é lembrado — tão pouco o convidam pros eventos relacionados ao filme.

2) Desprestígio: A maioria dos artistas experimentou algum tipo de droga ilícita, caiu, levantou, e recuperou o seu prestígio. Como Renato Rocha não era nenhum frontman na banda, deu no que deu.

3) Cor da pele: Mesmo o Brasil sendo um país de misturas raciais, quando se está jovem fica fácil alcançar o sucesso rápido na música. Uma vez Mick Jagger disse em uma entrevista escrita à uma importante revista gringa: "Temos sucesso tocando blues de rais por que somos brancos e bonitos" - em oposição aos velhos precursores negros do estilo musical.

4) Muito "iê", "iê, "iê" sem estilo: Posso afirmar que esse estilo musical pode-se resumir em uma combinação agradável de arranjos fáceis, melodia agradável, recheio de diálogos em forma de rifes  baterias possivelmente jazzísticas, e baixos rítmicos. Se alguém conseguir fazer isso em 3/4 minutos e pouco, entendeu o que é rock"in"roll de verdade.  

5) Difícil diferencial: O estilo visual colorido e cheio de acessórios de muitos por ai, dá um ar de “alegoria, sendo nenhum um pouco diferente ... Exemplo? Os caras do Cachorro Grande: cultura própria e muita originalidade.

6) Mídia: A maioria dos artistas ficam tão deslumbrados com o que acham que vão colher através da mídia que esquecem do dia de amanhã ... E, assim que perdem espaço percebem que estariam melhores se tivessem preparado o próprio "pé-de-meia" durante o auge.

Bom. Agora que contei o que penso sobre o rock brasileiro , mesmo não sendo roqueiro, devo te lembrar que a estreá de capa do meu gibi em quadrinhos “O Guerreiro das Sombras” será 1º aquiE, o material repleto de detalhes, violência, e ação terá o seu dia revelado na fan page do blog no facebook onde você poderá ver o link para fazer o seu download pela bagatela de R$3,00 [em formado PDF do gibi]. Podendo ainda encontrar o livro para a venda nos estúdios dos bróders Katarina Tatto & CRANIO TATUAGENS, certo?


— E agora sobre o tema desse post ... No que você discorda, ou concorda, com às minhas afirmações?

Crédito para a capa deste artigocupimcartoon@hotmail.com
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Edson Palma Sou quadrinista, não acredito em dom, e sim, em vocação...Treino desenho todos os dias.

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